Às vezes as coisas que vc mais quer não acontecem e às vezes as coisas, que jamais esperaria, acontecem.  Vc encontra milhares de pessoas e nenhuma delas te toca, e então você encontra uma pessoa, e sua vida muda, pra sempre.

Preview - Ensaio Fotográfico I - Dependência - Making Off.

Local: Arujá - São Paulo

Beauty: Renatto Souza

Produção de Moda e Assistência: Giuliana Vranic

Fotografia e Direção: Yanaí Mendes

Modelos: Marilia de Paris, Rhuan Favoretto, Julianna Erthal (JOY)

O fim do amor exige uma viuvez, um luto, não pode simplesmente pular o muro do reino da Carençolândia para exilar-se, com mala e cuia, com a primeira criatura ou com o primeiro traste que aparece pela frente.

…e que ter medo de amar, não faz ninguém feliz…

∞ 5 notes #afirmação

vinícius de moraes
Relacionamento é uma mentira da porra, é um mostrando o melhor lado, o outro achando lindo. Só quando o negócio fica ruim e o pau come é que fica verdadeiro e você conhece a pessoa, mas quando eu começo a me iludir por uma moça, fico querendo ter uma história da porra, dessas que você se engalfinha e não tem jeito, quer estar junto, ligar o tempo todo. Para mim, isso é a eternidade…

∞ 2 notes #relacionamento#eternidade#xico sá

Xico Sá

10/6/2010 (7:53pm)

It could have been a love story.

TRANSPARÊNCIA!

#vídeo#transparência

Pode existir um amor sem sadismo nem masoquismo?

Eu não sei. Não sei porque, inclusive, o amor é um sentimento muito recente. Não sei se vocês já se deram conta, mas o amor é uma coisa que nasceu, era um esporte muito praticado pela aristocracia provençal no século XII, o amor tal qual nós entendemos, o amor idílico, esse amor, por exemplo, que sustenta as novelas de Janete Clair, no horário das oito, o amor da fotonovela, esse amor presente na nossa vida hoje de um modo quase obsessivo, a tal ponto que chega assim: bem, você será feliz no trabalho e no amor. O amor e tal, isso pareceria uma coisa assim absolutamente anômala pra um romano, pra um grego ou pra um xeque árabe.

A gente tende de repente a achar que as nossas coisas são universais. O amor não é uma coisa que nasceu com a espécie humana, quando o homem deixou de ser macaco e desceu da árvore. O amor nasceu, tal qual nós o concebemos hoje, com seus rituais, o amor idílico, o amor entre um homem e uma mulher, um homem e um homem, uma mulher e uma mulher, no sentido idílico, romântico, erótico e sexual. Foi uma coisa que foi cultivada pelos poetas provençais, na aristocracia da nobreza provençal no Sul da França no século XII, o amor cortês. Daí, sai toda a poesia portuguesa com as cantigas de amigo, D. Dinis, ele era o conteúdo, a substância da poesia dita provençal na origem de toda a poesia européia e, portanto, da nossa moderna, dos séculos XI, XII, XIII, pra cá. Era um esporte, amar era um esporte aristocrático que depois se popularizou.


(LEMINSKI, Paulo. Poesia: a paixão da linguagem, no livro de org. Adauto Novaes: “Os sentidos da paixão”) (Fotografia: YM).

10/2/2010 (10:02am)

Uma opção tentadora de performance digital para o tcc é vídeo em Slow Motion. Esse é de pessoas dançando e dando saltos, apresentando a coreografia e as danças do coletivo de breakdance holandês Illusionary Rockaz. Rubrica “IRC Dança Movimento”. A trilha fica por conta de of Porcelain – Signal The Captain (BLCKDMNDS).

#vídeo#slow motion#performance